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Papel Clichê

A vida tem dessas peripécias.

Todos os dias morreis sem viver. Morreis pouco a pouco. Afogai-vos em amargura e melancolia.
Decorre-se o tempo e vos vejo, justamente, cortar o fio da esperança. Por quanto viveis? O que vos faz ver? Seriam as folhas das árvores, tragável, viciante natureza? Ou vossos suspiros são por papel-dinheiro?
Será que esta "vida" que comprais, vale esta Morte que viveis? Acordai desse sono profundo, ignorância, que persegue os homens! Tendes muitos trens a pegar sem rumo.
Privilégio dos homens e mulheres, abdicar do comum, tendes. Deveis amar, não o verde papel. Só vivereis quando amardes o homem sem sociedade.

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2 comentários:

Amanda Mota disse...

"Só vivereis quando amardes o homem sem sociedade." Fase extremante inteligente e concordo bastante!
Texto muito bem escrito e ousado ao usar conjugações formais. Parabéns!

Beijos,
Amanda.
http://entrepoeblush.blogspot.com/

Karla Hack dos Santos disse...

Só quando aprender o sentir em um nível de intimidade livre do mundo é que se prova da intenbsidade... Lindo!

;D

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