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Prêmio Dardos


O Prêmio Dardos é um reconhecimento dos valores que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras. Esses selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web.

O ganhador do "Prêmio Dardos" deve fazer:
1. Você deve exibir a imagem do selo em seu blog.
2.Você deve linkar o blog pelo qual recebeu a indicação.
3.Escolher outros quinze blogs a quem entregar o prêmio dardo.
4.Avisar os escolhidos.

Ganheii!
Muito obrigada ao Karlo Almeida que indicou meu blog! aqui está o link do seu blog: http://karloalmeida.blogspot.com/

A lista de blogs que eu indico é:
www.lightmyway-ultraviolet.blogspot.com/

www.assuntointimo.blogspot.com/

www.forbiddenmms.blogspot.com/?zx=8a266d8a98f7b610

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Sem ninguém saber


Felizes aqueles que choram sem ninguém saber.
00:28, Adam está sentado na cadeira de frente para a sacada. As janelas que tomam o lugar das paredes estão abertas, e o vento faz as cortinas voarem. Seus cabelos voam então, enquanto ele desfaz o nó da gravata que sente incomodar. Sua xícara de café está vazia pela metade mais uma vez. Ele o bebe então, já quase frio.
É muito fácil olhar sua expressão e encontrar risadas, sorrisos de canto e serenidade, mas não nesse dia, onde inexplicavelmente, está coberto de uma melancolia que ninguém entenderia. O verdadeiro Adam por trás da máscara de ferro. Seu relógio de pulso apita mais meia hora que passara e ele não consegue sentir sono. É assim que passara todas as suas noites depois de Márcia ter partido. Só agora ele podia perceber o quanto da sua felicidade perdera. De que valem agora as notas de dinheiro abundantes no seu bolso se o seu coração está vazio como um tronco oco? Ele pensava.
Ele achava que nunca mais a veria, por tê-la magoado demais nas noites em que voltava bêbado e com dinheiro de trapaça. Sujo. Qual era o valor disso agora?
Sua sacada padecia aberta e arejada, como um convite á sua frente e que ele aceitou. Seus pés descalços tocaram o piso e ele sentiu alívio pela primeira vez desde muito tempo. Ainda tinha a xícara de café, agora vazia, nas mãos. Quando as lágrimas jorraram, o café voou e o vidro se espalhou pelo piso. Adam tinha agora os joelhos dobrados e o rosto nas mãos. Para um adulto que já passo dos 30 era difícil segurar a dor de estar sozinho. Ainda mais sentindo-se tão culpado.
Culpado.
O dia amanhecia aos poucos enquanto as horas se passavam esperando o pranto cessar.Ele já podia ver as pessoas se juntando lá em baixo do seu prédio, esperando e ansiando por saber o que se passava com ele, e quanto renderia uma matéria como "Adam Dinnan, Cadê o sorriso Brilhante?". Esse era o inconveniente de ser um dos favoritinhos da mídia. Isso o deixara irritado, a fama já lhe era uma companheira irritante. Sua alegria se esvaíra com a perda do seu grande amor. Ele fugiu para o interior da casa buscando refúgio enquanto ouvia todos os telefones e os seus palmtop's apitarem ao mesmo tempo, todos com pessoas querendo saber a mesma coisa.
Ele escondeu-se dentro do quarto e chorou mais uma vez. Por não ter dado valor ao que mais lhe era importante.
Felizes aqueles que choram sem ninguém saber.

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Para Sempre

As árvores de folhas e flores de diversas cores deixavam a clareira com uma aparência mágica. As folhas que caíam delas enfeitavam o chão em que sentamos.

Abraçados ali, sentíamo-nos completamente a sós, como se tudo o que pudesse existir fosse o momento presente. Nossos corpos permaneceram juntos, as almas seladas e unidas entre si em um casamento silencioso.
Com certeza eu levaria essa imagem para a outra vida.
O vento que fazia cantarem as árvores soprava levemente em seus cabelos negros, e eu olhava estupefata. Não existia no mundo nada mais bonito do que Lawrence com seus cabelos ao vento. A não ser nós dois quando estávamos juntos. Ele não disse nada de propósito. Assim como eu, ele queria apenas aproveitar os últimos momentos que teríamos. Aprincípio estávamos somente abraçados, mas depois beijamo-nos com vontade e sofreguidão. Mas amor, acima de tudo.
Nenhum de nós dois tinha pressa, e tanto eu quanto ele evitávamos pensar no que iríamos fazer. Focávamos nossa atenção apenas um no outro. Aquela pessoa pela qual tanto eu quanto ele vivemos... e morremos.
Pois se a eternidade for a única maneira de sermos felizes...é lá que estaremos.
Abracei-o com força, e ele retribuiu o gesto.
Ao longe, as folhas continuariam caindo com o vento soprando em seu corpo frágil.

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Porque com você tudo é assim

Com você...
Eu aprendi como é bom viver, como vale a pena sonhar e como não vale a pena pensar em te perder.
Porque se eu penso nisso eu choro sem consolo...
E já sinto que preciso do teu abraço o tempo todo.
Porque cada vez que nos tocamos eu tenho esse sentimento.
Aquele que teu beijo me faz voar.
Imaginar horizontes, campos abertos e flores. Mãos dadas, beijos suaves...
Porque com você tudo é mais bonito.
Mas... por que olhando as suas fotos antigas... eu choro?
Não de felicidade? Porque é difícil te ver em outros braços mesmo quando eles agora pertencem a mim somente?
Porque eu te amo.
Porque a tua falta é um buraco de ferida que arde dentro do meu peito.
O que me consola é saber que ainda existe uma chance pra nós dois... ou várias. E que este universo sem tamanho conspira para que esse amor seja vivido.
E que você me ama da mesma maneira.
Porque tudo que eu quero é estar em seus braços, o melhor lugar onde eu posso estar.
Onde eu sou inteiramente feliz...
E continuarei sendo.

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Grito na madrugada.

Já era noite.

No quarto a garota custava a dormir.
Alguma coisa estava tirando-lhe o sono, mas não sabia-se o quê. Ela pensara em algumas opções óbvias, o macarrão estava estragado? O café lhe deixara com energia de sobra? Não, ela achava que era algo diferente, mas desconhecia.
O quarto pequeno tinha a janela aberta, para que o vento noturno refrescasse o ambiente. As cortinas se agitavam incansavelmente, em um vento forte - forte demais para fevereiro - pensou.
3:45 am, ela levanta-se. Sua tentativa de dormir estava tão patética e sua boca tão seca que ela não pensa novamente em abrir a porta do quarto e ir pelo corredor para chegar á cozinha do andar de baixo.
Quando ela desce a escada, ela para e ajoelha-se para pegar o celular que caiu... caiu? O celular que ela procurava na escada estava perfeitamente imóvel em seu bolso. Mas então, que barulho ela escutara?
Enquanto ela refletia, uma onda gélida de vento parece apoderar-se de toda a casa, fazendo seu corpo enrigecer-se completamente enquanto ela observava uma atmosfera estranha. Não devia haver barulho, não no andar de baixo. Ela tinha certeza de que todas as janelas e portas estavam perfeitamente trancadas, e a casa completamente vazia... Mas o que fora aquilo então?

Se ela não estivesse com uma sensação tão ruim, uma angústia engasgada no peito, poderia pensar que um rato derrubara por acidente algum objeto. Mas não. Havia algo estranho, ela não apenas ouvia, mas sentia.

Qualquer um em seu lugar voltaria para a cama, fecharia as janelas e trancaria a porta do quarto, mas ela não conseguiu fazer isso. Ela queria saber que energia intrusa habitava o ar agora, e o quê estava tirando o seu sono.

O corredor, de paredes altas parecia tão agourento no silêncio, que ela sentiu-se estremecer. Ela não sabia se a pior parte era ouvir barulhos estranhos, ou ver-se em completo silêncio. Como se já tivessem se dado conta de sua persença curiosa. Chegou então ao fim do corredor, onde a última luz falhava constantemente. A porta entreaberta deixara escapar um estranho fedor, borolento, metalizado que ela não reconheceu e que a fez franzir o nariz de repulsa.

Os pêlos de seu braço eriçaram-se repentinamente, seu coração martelava forte com a adrenalina pura correndo em seu sangue. A boca seca, estava quase áspera com a desidratação. O medo era claro em seus olhos, mas a curiosidade superou-o.

A porta se abriu. Ela não podia acreditar no que via.

Não... impossível.

O silêncio foi quebrado pelo grito de horror que escapou-lhe da garganta. Em meio ao desespero, ela encontrou as pernas e correu, o mais rápido que conseguiu. Ela iria para longe, o mais que conseguisse. Longe o suficiente para que a cena que viu se apagasse... seu passado sombrio voltando sangrento para assombrar-lhe.

A casa continuou gélida, e o cadáver na sua cozinha jaziu sangrando e fedendo.

Seja lá de onde ele veio.

Só se sabe que ele não surgiu de cima.

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Do you believe?

Can you understand if i say "you are my happy end?"
Can you believe it?
Well, it's true...
I can fell the static in my body when i with you.
I'll say "i love you" the rest of my life.
Now, the many thank's:
-> Thank you for all kisses, for to be in my pass, present and future;
-> Thank you for all the small things, the flowers and caresses.
-> And thank you so much for give me one life, because without you, i hadn't one.

I love you.

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Por muito tempo eu estive calada, vivendo no escuro, nas sombras de um passado sofrido. Cada dia e cada noite a Dor se arrasyava até mim.
Silêncio. O som do coração partido.
Mas o tempo passa, até para mim.
Eu estava completamente decidida a nunca mais me apaixonar. Mas algo que se quer demais, ou dá muito certo ou muito errado.
Pois é, lá estava eu gostando de alguém novamente. Tudo bem, eu sabia que algo a mais era normal eu sentir, mas algo me surpreendeu. E direi isto apenas á pessoa que mudou a minha vida completamente.
"Você curou a dor que existia em meu peito. Depois dele, você foi o único a quem eu disse 'eu te amo'. Você me fez esperar o dia inteiro para falar contigo. O nosso primeiro beijo, o começo da minha felicidade. O seu cheiro doce, o seu toque suave em minha pele, o hálito fresco que vem da sua boca, a curva discreta dos seus lábios, o brilho intenso dos teus olhos amadeirados.
Mesmo que pior tenha acontecido e a distância fora posta entre nós, um muro inquebrável de pedras com o qual não posso lutar, saiba que você é como uma luz em um quarto escuro - fecharam as minhas cortinas.
á noite serena, o silêncio é quebrado apenas por meu pranto, da falta que você me faz. Nunca duvide que fostes minha salvação, quando eu pensava que ela não existia.
Tiraram de mim metade do meu coração que sempre estará contigo, pois eu nunca vou te esquecer. Essa dor não vai passar, só o que me resta é aprender a conviver com ela."

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Premeditado.

Coincidência? Não.

Não pode ter sido o acaso que te pôs na minha vida. A palavra que eu usaria é: destino.

Conciente do amor inexplicável que eu sinto por ele, e que nunca mais será correspondido, me jogo nessa jornada em busca de um novo futuro, ao seu lado.

A dor que eu sentia cedera quando te conheci. Faz-me esquecer do que está ao meu redor.

É tão facil ser eu mesma quando estou contigo que ás vezes me assusto.

Em cada espaço escuro posso enxergar a tua luz, e cada parte clara a tua presença constante.

Não sei se estou apaixonada, mas sei que você me faz esquecer o mundo, e ele não faz eu te esquecer.

Não sei se isso vem para ou bem ou para me ensinar uma grande lição. Enquanto for assim, estarei contigo.

"Ás vezes a vida nos dá a oportunidade de amarmos aquilo que nos faz bem."

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